Encontr'Arte em Terra de Encantar.

O Festival Encontr'Arte em Terra de Encantar tem como finalidade promover e divulgar as Artes e os Artistas portugueses, assim como a sua descentralização. Começou em 2003 e acontece entre o Dia Mundial do Teatro e o Dia Mundial da Dança, onde o público pode encantar-se com Arte em  Cabeção, cuja magia está na capacidade essencial dos artistas se apresentarem perante o público, revelando o seu mistério.


Em cada momento artístico tentamos oferecer ao espetador uma alternativa poética, perante uma sociedade onde o imaginário está em perigo. Todos os anos a nossa vila recebe jovens artistas emergentes, nas áreas do Teatro, da Dança e das Artes Visuais.


A todos os intervenientes, artistas e espetadores, participantes neste conjunto de eventos Artísticos, pretende-se que usufruam de um espaço de comunicação, criação e reflexão. Com este projeto ambicionamos, que seja um motivo de união de públicos e artistas, contribuindo para o desenvolvimento da Cultura na Freguesia de Cabeção.

Cartaz 2021
Cartaz 2021

press to zoom
2003
2003

press to zoom
2019
2019

press to zoom
Cartaz 2021
Cartaz 2021

press to zoom
1/17

DA PLATEIA PAR O PALCO
Opsis em Metamorphose

Num duelo carinhoso com o público, a Frente Casa dá voz à ação. Um espetáculo onde o espectador é confrontado com assuas próprias ações e com os pensamentos de quem o conduz e assiste todas as noites.

Um olhar sobre as reações, as vontades e os contratempos de quem assiste aos movimentos do seu público. Uma observação peculiar sobre a plateia e as pessoas que a ocupam, ao invés do que acontece em palco.
Trazer da plateia para o palco todas as situações embaraçosas, os pensamentos de quem acompanha o espectador ao seu lugar, as alucinações de quem chega atrasado para ver um espetáculo e as preocupações constantes com o que pode acontecer com um sem número de pessoas é o que dá forma a esta criação.

SARA SARA
Plutão de Ver

A Sara quer sair da cidade onde mora. As personagens sombrias que povoam a sua memória obrigam-na a usar a arma mais niilista de todas: o sarcasmo.
A Sara odeia a cidade onde mora. Todos os dilemas que tem, dentro e fora de si, provocam um loop temporal: uma partida perpétua, sem que esta alguma vez se concretize.


Se não resolvermos o que passou, permanecemos no passado?


Se a Sara falar de uma ferida, ela sara ?

MEZCLA
COMPANHIA DE TRIANA 

“Amanheço, entardeço, anoiteço. Sou campo, poeira e luz em pleno esplender no ceio da minha alma, vou e venho mas o meu ser nunca abandonará o ninho. Marco o meu caminho com lágrimas e sorrisos pensando nas gerações que em mim habitaram, sou a terra, o céu e o negro da minha noite.”

A L B A N O
Rui Paixão | Holy Clowns

A partir de lugares mitológicos e filosóficos, e da exploração da personagem de Albano Beirão, Rui Paixão questiona o seu lugar enquanto palhaço, mas também o do público enquanto público e, eventualmente, enquanto palhaço também. Noção (e medo) do ridículo todos temos, mas talvez seja possível arranjar motivos para rir no desconforto. Despindo, não vestindo, a máscara.

Nesta criação, estreada em 2021, Rui Paixão confronta o espectador com imagens estereotipadas e que fazem parte do nosso imaginário quando falamos de palhaços, trocando-lhes a volta ao adulterar e confrontá-las com textos e intenções que ampliam o significado da palavra “palhaço”.

Cartaz Encontr'Arte.png